segunda-feira, 5 de maio de 2014

XIII Encontro Mariano, foi maravilhoso!



Marcado pela simplicidade e pela união de todos os irmãos e irmãs da nossa Paroquia Cristo Redentor conosco Família Novo Israel, assim foi o encontro Mariano, Terço dos Homens, Acolitos de São Tarcisio, Cerimoniarios, MESC, Comunidades e Pastorais em união, seja na participação e até mesmo no serviço. 
Nossa Senhora e Jesus Cristo com certeza ficaram muito gratos por esse dia que começou e terminou cheio de graças e bençãos.

Muito obrigado ao nosso Paroco, Padre Helton e Padre Erasmo que encerrou com a Santa Missa nosso dia, obrigado Ir. Luiz Antonio e toda Nova Jerusalem, Obrigado Pastoral da Liturgia e todos os paroquianos. A simplicidade de Maria nos ensinou a darmos testemunho e sermos missionários. Parabéns também a todos os coordenadores e equipes de serviço da Família Novo Israel em especial nossa coordenadora Esterlina, você é ungida de Deus e que venham as próximas missões.

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Feliz Páscoa! “Disto todos nós somos testemunhas”

Jesus ressuscitado deu este encargo aos apóstolos: “vós sereis as minhas testemunhas em Jerusalém, na Galileia… até os extremos da terra” (Lc 24,48). E São Pedro, pregando à multidão após a vinda do Espírito Santo, afirma: “com efeito, Deus o ressuscitou dos mortos e disto todos nós somos testemunhas” (At 2,32). Havia gente negando que Jesus tivesse ressuscitado já naqueles dias… A afirmação da ressurreição de Jesus enfrentou resistência e contestação desde o início; e isso depõe em favor de sua veracidade. Os apóstolos a testemunharam até o martírio.

“Jesus Cristo ressuscitou dos mortos” – esse é um fato extremamente importante para a fé cristã; nisso, nossa fé não pode vacilar. Para muitos, a ressurreição de Jesus não seria possível, humanamente falando. Mas é bem aí que está o ponto: não é realização do homem. Desde o início, os apóstolos afirmam que Jesus ressuscitou “pelo poder de Deus”, e não pela lógica das leis da natureza. E se Deus ressuscitou Jesus dentre os mortos, significa que Jesus é de Deus.

Os apóstolos afirmam com vigor essa verdade, que faz toda diferença para a fé da Igreja. São Paulo, respondendo a alguém que negava a ressurreição, chega a dizer: “se Cristo não ressuscitou, nossa pregação é vazia e a vossa fé não tem fundamento!” (cf 1Cor 15, 12-18), tal é a importância da ressurreição de Jesus para a fé da Igreja!

Por isso, também nós cremos e afirmamos, com toda a Igreja: Jesus Cristo ressuscitou dos mortos! Deus confirmou que ele é seu Filho e que tudo o que ensinou é verdadeiro; que Jesus, por isso, é o mediador entre Deus e os homens, o “salvador”, que nos introduz diante de Deus e nos transmite sua vida, mediante o Espírito Santo; que, finalmente, Jesus Cristo é o “Senhor”, o Juiz dos vivos e dos mortos. E disso também nós continuamos sendo testemunhas!

A Páscoa é a ocasião para uma profunda renovação da nossa fé e de nossa adesão a Jesus Cristo Salvador, “nossa vida e ressurreição”. É também a ocasião para renovar nossa disposição de sermos testemunhas de Jesus Cristo no mundo, como seus discípulos missionários!

Querido povo de Deus em São Paulo, com a Igreja, também nós cantamos: “este é o Dia que o Senhor fez para nós! Alegremo-nos e exultemos de alegria!” Desejo que todos sintam aquela alegria e paz que o Ressuscitado transmitiu aos discípulos nos encontros com eles após a sua ressurreição. Feliz e santa Páscoa! Deus abençoe a todos!

Artigo publicado no Jornal O São Paulo, Edição 2998 de 15 a 21 de abril de 2014
Cardeal Odilo Pedro Scherer
Arcebispo de São Paulo
Jesus ressuscitado deu este encargo aos apóstolos: “vós sereis as minhas testemunhas em Jerusalém, na Galileia… até os extremos da terra” (Lc 24,48). E São Pedro, pregando à multidão após a vinda do Espírito Santo, afirma: “com efeito, Deus o ressuscitou dos mortos e disto todos nós somos testemunhas” (At 2,32). Havia gente negando que Jesus tivesse ressuscitado já naqueles dias… A afirmação da ressurreição de Jesus enfrentou resistência e contestação desde o início; e isso depõe em favor de sua veracidade. Os apóstolos a testemunharam até o martírio.
“Jesus Cristo ressuscitou dos mortos” – esse é um fato extremamente importante para a fé cristã; nisso, nossa fé não pode vacilar. Para muitos, a ressurreição de Jesus não seria possível, humanamente falando. Mas é bem aí que está o ponto: não é realização do homem. Desde o início, os apóstolos afirmam que Jesus ressuscitou “pelo poder de Deus”, e não pela lógica das leis da natureza. E se Deus ressuscitou Jesus dentre os mortos, significa que Jesus é de Deus.
Os apóstolos afirmam com vigor essa verdade, que faz toda diferença para a fé da Igreja. São Paulo, respondendo a alguém que negava a ressurreição, chega a dizer: “se Cristo não ressuscitou, nossa pregação é vazia e a vossa fé não tem fundamento!” (cf 1Cor 15, 12-18), tal é a importância da ressurreição de Jesus para a fé da Igreja!
Por isso, também nós cremos e afirmamos, com toda a Igreja: Jesus Cristo ressuscitou dos mortos! Deus confirmou que ele é seu Filho e que tudo o que ensinou é verdadeiro; que Jesus, por isso, é o mediador entre Deus e os homens, o “salvador”, que nos introduz diante de Deus e nos transmite sua vida, mediante o Espírito Santo; que, finalmente, Jesus Cristo é o “Senhor”, o Juiz dos vivos e dos mortos. E disso também nós continuamos sendo testemunhas!
A Páscoa é a ocasião para uma profunda renovação da nossa fé e de nossa adesão a Jesus Cristo Salvador, “nossa vida e ressurreição”. É também a ocasião para renovar nossa disposição de sermos testemunhas de Jesus Cristo no mundo, como seus discípulos missionários!
Querido povo de Deus em São Paulo, com a Igreja, também nós cantamos: “este é o Dia que o Senhor fez para nós! Alegremo-nos e exultemos de alegria!” Desejo que todos sintam aquela alegria e paz que o Ressuscitado transmitiu aos discípulos nos encontros com eles após a sua ressurreição. Feliz e santa Páscoa! Deus abençoe a todos!
Artigo publicado no Jornal O São Paulo, Edição 2998 de 15 a 21 de abril de 2014
Cardeal Odilo Pedro Scherer
Arcebispo de São Paulo
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Jesus ressuscitado deu este encargo aos apóstolos: “vós sereis as minhas testemunhas em Jerusalém, na Galileia… até os extremos da terra” (Lc 24,48). E São Pedro, pregando à multidão após a vinda do Espírito Santo, afirma: “com efeito, Deus o ressuscitou dos mortos e disto todos nós somos testemunhas” (At 2,32). Havia gente negando que Jesus tivesse ressuscitado já naqueles dias… A afirmação da ressurreição de Jesus enfrentou resistência e contestação desde o início; e isso depõe em favor de sua veracidade. Os apóstolos a testemunharam até o martírio.

“Jesus Cristo ressuscitou dos mortos” – esse é um fato extremamente importante para a fé cristã; nisso, nossa fé não pode vacilar. Para muitos, a ressurreição de Jesus não seria possível, humanamente falando. Mas é bem aí que está o ponto: não é realização do homem. Desde o início, os apóstolos afirmam que Jesus ressuscitou “pelo poder de Deus”, e não pela lógica das leis da natureza. E se Deus ressuscitou Jesus dentre os mortos, significa que Jesus é de Deus.

Os apóstolos afirmam com vigor essa verdade, que faz toda diferença para a fé da Igreja. São Paulo, respondendo a alguém que negava a ressurreição, chega a dizer: “se Cristo não ressuscitou, nossa pregação é vazia e a vossa fé não tem fundamento!” (cf 1Cor 15, 12-18), tal é a importância da ressurreição de Jesus para a fé da Igreja!

Por isso, também nós cremos e afirmamos, com toda a Igreja: Jesus Cristo ressuscitou dos mortos! Deus confirmou que ele é seu Filho e que tudo o que ensinou é verdadeiro; que Jesus, por isso, é o mediador entre Deus e os homens, o “salvador”, que nos introduz diante de Deus e nos transmite sua vida, mediante o Espírito Santo; que, finalmente, Jesus Cristo é o “Senhor”, o Juiz dos vivos e dos mortos. E disso também nós continuamos sendo testemunhas!

A Páscoa é a ocasião para uma profunda renovação da nossa fé e de nossa adesão a Jesus Cristo Salvador, “nossa vida e ressurreição”. É também a ocasião para renovar nossa disposição de sermos testemunhas de Jesus Cristo no mundo, como seus discípulos missionários!

Querido povo de Deus em São Paulo, com a Igreja, também nós cantamos: “este é o Dia que o Senhor fez para nós! Alegremo-nos e exultemos de alegria!” Desejo que todos sintam aquela alegria e paz que o Ressuscitado transmitiu aos discípulos nos encontros com eles após a sua ressurreição. Feliz e santa Páscoa! Deus abençoe a todos!

Artigo publicado no Jornal O São Paulo, Edição 2998 de 15 a 21 de abril de 2014
Cardeal Odilo Pedro Scherer
Arcebispo de São Paulo
Jesus ressuscitado deu este encargo aos apóstolos: “vós sereis as minhas testemunhas em Jerusalém, na Galileia… até os extremos da terra” (Lc 24,48). E São Pedro, pregando à multidão após a vinda do Espírito Santo, afirma: “com efeito, Deus o ressuscitou dos mortos e disto todos nós somos testemunhas” (At 2,32). Havia gente negando que Jesus tivesse ressuscitado já naqueles dias… A afirmação da ressurreição de Jesus enfrentou resistência e contestação desde o início; e isso depõe em favor de sua veracidade. Os apóstolos a testemunharam até o martírio.
“Jesus Cristo ressuscitou dos mortos” – esse é um fato extremamente importante para a fé cristã; nisso, nossa fé não pode vacilar. Para muitos, a ressurreição de Jesus não seria possível, humanamente falando. Mas é bem aí que está o ponto: não é realização do homem. Desde o início, os apóstolos afirmam que Jesus ressuscitou “pelo poder de Deus”, e não pela lógica das leis da natureza. E se Deus ressuscitou Jesus dentre os mortos, significa que Jesus é de Deus.
Os apóstolos afirmam com vigor essa verdade, que faz toda diferença para a fé da Igreja. São Paulo, respondendo a alguém que negava a ressurreição, chega a dizer: “se Cristo não ressuscitou, nossa pregação é vazia e a vossa fé não tem fundamento!” (cf 1Cor 15, 12-18), tal é a importância da ressurreição de Jesus para a fé da Igreja!
Por isso, também nós cremos e afirmamos, com toda a Igreja: Jesus Cristo ressuscitou dos mortos! Deus confirmou que ele é seu Filho e que tudo o que ensinou é verdadeiro; que Jesus, por isso, é o mediador entre Deus e os homens, o “salvador”, que nos introduz diante de Deus e nos transmite sua vida, mediante o Espírito Santo; que, finalmente, Jesus Cristo é o “Senhor”, o Juiz dos vivos e dos mortos. E disso também nós continuamos sendo testemunhas!
A Páscoa é a ocasião para uma profunda renovação da nossa fé e de nossa adesão a Jesus Cristo Salvador, “nossa vida e ressurreição”. É também a ocasião para renovar nossa disposição de sermos testemunhas de Jesus Cristo no mundo, como seus discípulos missionários!
Querido povo de Deus em São Paulo, com a Igreja, também nós cantamos: “este é o Dia que o Senhor fez para nós! Alegremo-nos e exultemos de alegria!” Desejo que todos sintam aquela alegria e paz que o Ressuscitado transmitiu aos discípulos nos encontros com eles após a sua ressurreição. Feliz e santa Páscoa! Deus abençoe a todos!
Artigo publicado no Jornal O São Paulo, Edição 2998 de 15 a 21 de abril de 2014
Cardeal Odilo Pedro Scherer
Arcebispo de São Paulo

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terça-feira, 8 de abril de 2014

Estrutura do Grupo de Oração

Núcleo de Serviço
O Grupo de Oração não se resume à reunião de oração, embora esse seja o seu momento peculiar. Há uma necessidade de se ter uma caminhada programada que considere as necessidades dos participantes e como fazer para supri-las de forma contínua e com qualidade, por isso o primeiro momento do Grupo de Oração acontece no Núcleo de Serviço.
Um bom planejamento para o Grupo de Oração abrange todos os serviços e Ministérios, e assim pode-se trabalhar de forma coordenada porque cada um sabe o que fazer, e todos sabem para onde estão indo. Inclui também mecanismos para desenvolver o crescimento e a perseverança dos membros, introduzindo-os numa experiência comunitária e catequética.
Todo Grupo de Oração carismático tem sua coesão, boa ordem, planejamento e continuidade assegurados pelo núcleo de serviço, que é um pequeno grupo de servos que assume o grupo todo em sua espiritualidade e estrutura.
O Núcleo de Serviço deve ser composto pelo coordenador do Grupo de Oração, pelo ex-coordenador imediatamente anterior ao atual, pelos respectivos coordenadores/representantes dos diversos Ministérios exercidos no Grupo de Oração (Intercessão, Música, Crianças, Pregação, Oração por Cura e Libertação, Formação, Arrumação, Acolhimento e recepção, etc.), podendo-se, ainda, de acordo com a necessidade, convidar outras pessoas que embora não coordenem qualquer Ministério no Grupo de Oração, possuam adequada formação, capacidade de discernimento e confirmação da comunidade.
Este texto foi retirado da apostila Grupo de Oração, número 3 do módulo básico de formação da RCC. Conheça o material no site da Editora RCCBRASIL.
 
Reunião de Oração
Reunião de oração é o momento em que os participantes do Grupo de Oração se encontram, semanalmente, para a oração, especialmente, o louvor. Esse momento é aberto para outras pessoas que poderão, a partir dele, começarem a fazer parte do Grupo de Oração, iniciando uma caminhada de conversão e crescimento perseverante na fé. Assim, pode-se concluir que a porta de entrada na célula principal da RCC é a reunião de oração, segundo momento da dinâmica do Grupo de Oração.
Por isso mesmo, é comum que os participantes da reunião de oração sejam bastante diversos, a exemplo da multidão no dia de Pentecostes (cf. At 2,1-13). Além dos perseverantes membros do Grupo (aqueles que estão na reunião todas as semanas), é comum se introduzirem nela: curiosos, ociosos, desesperados, depressivos, revoltados, entre outros. Alguns vão à reunião por livre vontade, sem motivo aparente, ou simplesmente porque foram convidados; outros, notadamente os jovens, vão causa da animação; outros, ainda, estão buscando algo para si ou para outrem (cura física, libertação das drogas ou da bebida, conversão de um parente ou amigo, etc).
A reunião de oração é, por assim dizer, um momento pentecostal: com os corações compungidos (cf. At 2,37), os fiéis são levados à vivência da fé, na fraternidade e no comprometimento missionário. Nela, os carismas devem ser manifestados sem restrições, pois fazem parte do “ver e ouvir” que convence àqueles que estão chegando. Trata-se, ainda, do “ruído de Pentecostes” que precisa ser ouvido mesmo do lado de fora do cenáculo, causando admiração (cf. At 2,6-7).
Este texto foi retirado da apostila Grupo de Oração, número 3 do módulo básico de formação da RCC. Conheça o material no site da Editora RCCBRASIL.
 
Grupo de Perseverança
O Grupo de Perseverança (GP) é o terceiro momento do Grupo de Oração e atua em função deste. Não é um grupo independente, mas um serviço do Grupo de Oração. O GP é um grupo fechado, isto é, supõe o ingresso no início da ministração dos conteúdos formativos e não é obrigatório, ou seja, as pessoas que receberam o querigma são convidadas a ingressarem no GP, deixando claro que, se não quiserem participar neste momento, podem e devem continuar participando do Grupo de Oração em seu segundo momento (Reunião de Oração).
Percebe-se que as pessoas sentem necessidade de algo mais em suas vidas, além dessa experiência inicial de Deus. Os que foram evangelizados querigmaticamente devem ser conduzidos aos Grupos de Perseverança para crescerem na doutrina, na fraternidade, na participação da Eucaristia e na vida de oração.
O objetivo do Grupo de Perseverança é fortalecer os servos e os participantes em geral do Grupo de Oração no exercício dos carismas e no conhecimento de Deus, para que se possa “incendiar” a reunião de oração com mais louvor, com mais carismas, com mais testemunhos.
Este texto foi retirado da apostila Grupo de Perseverança. Conheça o material no site da Editora RCCBRASIL.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Eventos de Evangelização da Comunidade em 2014.



A LADAINHA DA HUMILDADE

Depois de muito tempo, hoje voltamos com uma postagem maravilhosa que espero em Deus servir de bom agrado a todos os que leem e acompanham esse blog.

Ó Jesus, manso e humilde de coração, escuta-me.
Do desejo de ser estimado, liberta-me, ó Jesus.
Do desejo de ser amado, liberta-me, ó Jesus.
Do desejo de ser enaltecido, liberta-me, ó Jesus.
Do desejo de receber honrarias, liberta-me, ó Jesus.
Do desejo de ser elogiado, liberta-me, ó Jesus.
Do desejo de ser preferido a outros, liberta-me, ó Jesus.
Do desejo de ser consultado, liberta-me, ó Jesus.
Do desejo de ser aprovado, liberta-me, ó Jesus.
Do medo de ser humilhado, liberta-me, ó Jesus.
Do medo de ser desprezado, liberta-me, ó Jesus.
Do medo de  ser repreendido, liberta-me, ó Jesus.
Do medo de ser caluniado, liberta-me, ó Jesus.
Do medo de ser esquecido, liberta-me, ó Jesus.
Do medo de ser ridicularizado, liberta-me , ó Jesus.
Do medo de estar errado, liberta-me, ó Jesus.
Do  medo de ser considerado suspeito, liberta-me, ó Jesus

Cardeal Merry del Val

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Para entendermos o “NO ANO DA ESPERANÇA” ele ja começou e é apenas na nossa Arquidiocese

Após vivermos o ANO DA FÉ, instituído pelo Papa Bento XVI e neste mês concluído pelo Santo Padre o Papa Francisco, estaremos em nossa Arquidiocese de Fortaleza dando continuidade ao triênio de preparação para a comemoração dos 100 anos de existência da Arquidiocese de Fortaleza, Igreja que deu origem às demais oito dioceses que existem no Ceará e fazem conjuntamente a Província Eclesiástica de Fortaleza.
Este segundo ano será para nós o ANO DA ESPERANÇA.
Juntamente com as virtudes da FÉ e da CARIDADE são as chamadas “virtudes teologais” – forças da graça divina que é dada por Deus aos que, crendo em Cristo são renascidos pelo banho batismal. Virtudes, pois são forças constitutivas da ação de Deus nas pessoas, teologais por sua origem e modo de ser divinos: são a atuação da própria vida divina concedida às pessoas humanas.
Assim encontramos no Catecismo da Igreja Católica (CIC) resumo condensado das doutrinas da Fé Católica: “1812As virtudes humanas se fundam nas virtudes teologais que adaptam as faculdades do homem para que possa participar da natureza divina. Pois as virtudes teologais se referem diretamente a Deus. Dispõem os cristãos a viver em relação com a Santíssima Trindade e têm a Deus Uno e Trino por origem, motivo e objeto. 1813 As virtudes teologais fundamentam, animam e caracterizam o agir moral do cristão. Informam e vivificam todas as virtudes morais. São infundidas por Deus na alma dos fiéis para torná-los capazes de agir como seus filhos e merecer a vida eterna. São o penhor da presença e da ação do Espírito Santo nas faculdades do ser humano. Há três virtudes teologais: a fé, a esperança e a caridade.”
Para aprofundarmos nosso conhecimento e vivência da vida em Cristo, a vida cristã, o Santo Padre Emérito, Bento XVI, deu à Igreja três grandes Cartas, uma sobre cada uma das virtudes teologais: “Deus Caritas est – Deus é Caridade” – sobre a virtude da Caridade; “Spe Salvi – Salvos pela Esperança” – sobre a virtude da Esperança.
A terceira grande Carta ele a fez juntamente com o Santo Padre Francisco, dando à Igreja um documento fruto de seus estudos e da comunhão dos pastores: “Lumen Fidei – A luz da Fé” – sobre a virtude da Fé.
Com estes ensinamentos fundamentais o Pastor maior da Igreja Católica, em seu ministério de confirmar os irmãos na fé cristã, apascentando o rebanho de Cristo em todo o mundo, quer propor a todos uma renovação fundamental da vida no encontro com Cristo e seu seguimento, bem como na missão que do Senhor todos os discípulos recebem.
“Pela fé, “o homem livremente se entrega todo a Deus. Por isso o fiel procura conhecer e fazer a vontade de Deus. “O justo viverá da fé” (Rm 1,17). A fé viva “age pela caridade” (Gl 5,6), (CIC 1814).
“A virtude da esperança responde à aspiração de felicidade colocada por Deus no coração de todo homem; assume as esperanças que inspiram as atividades dos homens; purifica-as, para ordená-las ao Reino dos Céus; protege contra o desânimo; dá alento em todo esmorecimento; dilata o coração na expectativa da bem-aventurança eterna. O impulso da esperança preserva do egoísmo e conduz à felicidade da caridade.(CIC 1818).
“O exercício de todas as virtudes é animado e inspirado pela caridade, que é o “vinculo da perfeição” (Cl 3,14); é a forma das virtudes, articulando-as e ordenando-as entre si; é fonte e termo de sua prática cristã. A caridade assegura e purifica nossa capacidade humana de amar, elevando-a à perfeição sobrenatural do amor divino.”(CIC 1827).
Vamos assim nos encaminhar para o segundo ano de preparação jubilar centenária da Arquidiocese de Fortaleza, nos passos orientados pelo Bom Pastor através de seus apóstolos na missão do Evangelho para todo o mundo. Vivamos o ANO DA ESPERANÇA.
Nossa própria celebração jubilar se propõe: ARQUIDIOCESE DE FORTALEZA – 100 ANOS: Nova Evangelização para novos tempos.
Assim o Papa Francisco enviou os jovens ao mundo inteiro, com as palavras de Jesus: “Ide e fazei discípulos entre todas as nações” (Mt 28,19). A todos nos tem enviado para as “periferias existenciais” para levar Jesus a quem dele tanto necessita.
Vamos, então, discípulos missionários do Senhor!
+ José Antonio Aparecido Tosi Marques
Arcebispo Metropolitano de Fortaleza

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Nova Coordenadora da Comunidade

Esterlina














Na íntegra: Exortação Apostólica Evangelii Gaudium do Papa Francisco

A ACI Digital põe a disposição dos seus usuários e do público em geral o texto na íntegra da primeira exortação apostólica do Papa Francisco intitulada Evangelii Gaudium (O Gozo do Evangelho) sobre o anúncio do Evangelho no mundo atual.
O texto foi entregue no domingo 24 de novembro, durante o encerramento do Ano da Fé, a um grupo de 36 pessoas dos cinco continentes, de diferentes estados de vida, em representação de toda a Igreja.
A exortação apostólica, a primeira do Papa Francisco, está dividida em uma introdução e cinco capítulos cujos títulos são: "A transformação missionária da Igreja", "Na crise do compromisso comunitário", "O anúncio do Evangelho", "A dimensão social da Evangelização" e "Evangelizadores com espírito".


fonte: http://www.acidigital.com/

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Adoração ao Santíssimo da Família Novo Israel

Hoje as 19h na Sede do Conselho da Zona de Arpoadores acontecerá a Adoração ao Santíssimo Sacramento, seria amanhã mais em virtude do casamento dos nossos irmãos Mauro e Andréia faremos hoje. Não faltem e entreguem-se a esse momento de graça e amor de Deus por nós.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Deus nos perdoa sempre. É pura misericórdia

O Papa Francisco conduziu o Angelus deste domingo, 9 de junho, da janela da residência pontifícia para milhares de fiéis que lotaram a Praça São Pedro.
Em sua alocução, o pontífice recordou que "o mês de junho é, tradicionalmente, dedicado ao Sagrado Coração de Jesus, máxima expressão humana do amor divino. De fato, sexta-feira passada, comemoramos a Solenidade do Coração de Jesus, uma festa que dá consonância a todo o mês".

O Santo Padre explicou que "a piedade popular dá muito valor aos símbolos. O Coração de Jesus é o símbolo, por excelência, da misericórdia de Deus. Porém, não é um símbolo imaginário, mas um símbolo real, que representa o centro, a fonte, da qual brota a salvação de toda a humanidade".

Nos Evangelhos, encontramos diversas referências ao Coração de Jesus. Por exemplo, na passagem onde o próprio Cristo diz: "Vinde a mim, vós todos que estais cansados e oprimidos, e eu vos darei descanso. Tomai o meu jugo sobre vós e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração", extraída do Evangelho de Mt 11,28-29.

"A seguir, é fundamental a narração da morte de Jesus, segundo São João", disse Francisco. "Este evangelista dá testemunho do que viu no Calvário, ou seja, quando Jesus já estava morto, um soldado transpassou-lhe o peito com uma lança e, daquela ferida, saíram sangue e água. João reconheceu, naquele sinal, aparentemente casual, o cumprimento das profecias: do Coração de Jesus, Cordeiro imolado sobre a Cruz, brotou, para todos os homens, o perdão e a vida".

O Santo Padre frisou que "a misericórdia de Jesus não é somente um sentimento. Pelo contrário, é uma força que dá a vida, que ressuscita o homem! É o que nos diz também o Evangelho de hoje, no episódio da viúva de Naim. Jesus, com os seus discípulos, estava quase chegando a Naim, uma aldeia da Galileia, precisamente no momento em que se realizava um enterro: estavam levando ao cemitério um jovem, filho único de uma mulher viúva".

Francisco destacou que "o olhar de Jesus se fixou logo sobre aquela mãe em pranto. E o evangelista Lucas diz: 'Ao vê-la, o Senhor sentiu grande comoção por ela. Esta compaixão representa o amor de Deus para com o homem: se trata da sua misericórdia, ou seja, a atitude de Deus em contato com a miséria humana, com a nossa indigência, o nosso sofrimento, a nossa angústia. Com efeito, o termo bíblico compaixão evoca as vísceras maternas. A mãe, de fato, tem uma reação típica materna diante da dor de um filho. Assim Deus nos ama, diz a Escritura".

"Mas, qual é o fruto deste amor? Desta misericórdia? É a vida! Jesus disse à viúva de Naim: "Não chore! Depois, dirigindo-se ao jovem morto, o despertou como de um sono. A misericórdia de Deus dá vida ao homem, o ressuscita da morte. O Senhor nos olha sempre com misericórdia, nos espera com misericórdia. Não tenhamos medo de aproximar-nos d’Ele! Ele tem um Coração misericordioso! Se lhe mostrarmos as nossas feridas interiores, os nossos pecados, Ele sempre nos perdoa. Tudo isso é pura misericórdia", disse ainda o Papa Francisco.

O Santo Padre fez um convite: "Dirijamo-nos à Virgem Maria. O seu coração imaculado, coração de mãe, compartilhou ao máximo desta compaixão de Deus, sobretudo na hora da Paixão e Morte de Jesus. Que Maria nos ajude a sermos mansos, humildes e misericordiosos com os nossos irmãos"!

Após a oração mariana do Angelus, o Papa Francisco recordou a Beatificação de duas Religiosas polonesas, neste domingo, em Cracóvia.

Trata-se de Sofia Czeska Maciejowska, que, na primeira metade do século XVII, fundou a Congregação das Virgens da Apresentação da Bem-Aventurada Virgem Maria; e Margarida Lucia Szewczyk, que, no século XIX, fundou a Congregação das Filhas da Bem-Aventurada Virgem Maria das Dores. "Com a Igreja em Cracóvia, demos graças a Deus", disse o pontífice.

A seguir, o Santo Padre saudou, com afeto, todos os peregrinos, grupos paroquiais, famílias, estudantes, associações e movimentos presentes na Praça São Pedro. O Papa saudou também os fiéis vindos de Mumbai, na Índia, e os peregrinos de Ortona, na Itália, onde são venerados restos mortais do Apóstolo Tomé.


Fonte: Rádio Vaticano

sexta-feira, 7 de junho de 2013


....No domingo 2 de junho, o Papa Francisco foi à janela do apartamento pontifício para a tradicional oração mariana do Angelus. Diante de milhares de fiéis de diversas partes do mundo reunidos na Praça São Pedro e adjacências, o Santo Padre centrou sua meditação – que antece a oração - na Eucaristia.
Papa Francisco recordou no início de sua meditação a festa de Corpus Christi celebrada no Vaticano e em diversos países na quinta-feira passada (na Itália e em outros países é celebrada neste domingo).

Após, partindo da passagem da multiplicação dos pães (Lc 9,11-17), o Papa observou o quanto era humano o comportamento dos discípulos, que tentam buscar uma “solução realista, que não crie problemas”, não confiando assim na Providência, capaz de garantir alimento à multidão que seguia Jesus, às margens do Lago da Galiléia.

Jesus se preocupa com a multidão faminta e cansada que o segue. Os discípulos aconselham o Mestre a ‘despedir a multidão para que busquem seu próprio alimento’ e Jesus diz a eles: ‘Vós mesmos dareis de comer’. “Jesus sabe bem o que fazer – observa o Papa – mas Ele quer envolver os discípulos, educá-los”.

Continuando sua meditação, Papa Francisco destaca a pré-figuração da Eucaristia como alimento, contida nesta passagem: “O comportamento de Jesus é claramente diferente e é ditado pela sua união com o Pai e pela compaixão pelas pessoas, mas também pelo desejo de dar uma mensagem aos discípulos. Diante daqueles cinco pães, Jesus pensa: eis a Providência! A partir deste pouco, Deus pode dar o necessário para todos. Jesus confia totalmente no Pai celeste, sabe que para Ele tudo é possível. Por isto diz aos discípulos para fazer as pessoas se sentarem em grupos de cinqüenta. E não é por acaso – ressalta Francisco. Isto significa que não são mais uma multidão, mas se tornam comunidade, nutrida pelo Pão de Deus. E depois toma os pães e os peixes, levanta os olhos ao céu e abençoa – é uma clara referência a Eucaristia -, depois os parte e começa a dar aos discípulos, e os discípulos os distribuem....e os pães e os peixes não acabam! Eis o milagre: mais que uma multiplicação é uma partilha, motivada pela fé e pela oração. Todos comeram e vai mais além: é o sinal de Jesus, pão de Deus para a humanidade”.

O Santo Padre salienta o sentido da Eucaristia como serviço e partilha, observando que os discípulos não entenderam bem a mensagem, “foram tomados, como a multidão, pelo entusiasmo do sucesso. Mais uma vez seguiram a lógica humana e não aquela de Deus, aquela do serviço, do amor, da fé”.

Ao final, o Papa observou que a Festa de Corpus Christi nos lembra para “convertermos nossa fé na Providência, de saber partilhar o pouco que somos e temos e não nos fecharmos nunca em nós mesmos”.

E rezou: “Peçamos a nossa Mãe Maria para nos ajudar nesta conversão, para seguir verdadeiramente, sempre mais, este Jesus que adoramos na Eucaristia”.

Fonte: Rádio Vaticano

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Curso de Aprofundamento Bíblico

O mundo foi criado em 6 dias? Os primeiros capítulos do Gênesis trata de coisas que aconteceram de fato? Qual o sentido de todas essas narrativas?





Venha participar desse curso de aprofundamento e discutir essas e outras questões sobre esse intrigante livro!

domingo, 12 de maio de 2013

No Dia das Mães, papa Francisco defende a vida desde a concepção | O POVO

No Dia das Mães, papa Francisco defende a vida desde a concepção | O POVO
Para festejar nosso aniversário hoje a estaremos participando da Santa Missa de encerramento da Festa de Nossa Mãezinha Nossa Senhora de Fátima na Comunidade João XXIII. Muito felizes estamos com essa data são 28 anos de muita alegrias, muitas graças, muitas famílias restauradas e muitos jovens transformados e verdadeiros homens e mulheres de Deus. PARABÉNS A CADA UM QUE FEZ, FAZ E FARÁ ESSA COMUNDADE QUE NUNCA FOI NOSSA E SIM DE DEUS QUE A NOS CONFIOU. PARABÉNS AO NOSSO QUERIDO LUIZ QUE NO PRIMEIRO DESSA HISTÓRIA ESTEVE LÁ, NOSSO FUNDADOR!

segunda-feira, 22 de abril de 2013

A Igreja de Francisco

Como costumo fazer quando estou em casa, na manhã do dia 18 de março folheei os jornais de Dourados, a cidade onde resido. Num deles, encontrei dois artigos sobre o Papa Francisco, assinados por pessoas que considero amigas de longa data. Referindo-se aos primeiros dias do pontífice, um articulista dizia: «Sem dúvida, ele deverá cativar as pessoas com muita facilidade, o que vai ser muito bom para a Igreja, que precisa amenizar a carranca e guardar a solenidade para dentro dos templos!».
Preciso reconhecer que, mais do que a simpatia transmitida pelo novo Papa, o que ficou gravado no meu coração foi a “carranca” da Igreja. Certamente, como tantos outros cristãos, o autor ficou tocado pela graça de Deus que irrompe nos ambientes onde Francisco aparece. No domingo em que ele escreveu o artigo, o Papa, no final da missa que rezou na igreja de Santana, colocou-se à porta e se entreteve com os fiéis que haviam participado da celebração. Foi uma festa. As pessoas repetiam comovidas: «O Papa me abraçou! Ele sorriu para mim!».

Confesso que, se a “carranca” da Igreja corresponde à realidade, devo reconhecer que estávamos realmente precisando de um Papa que nos lembrasse uma das principais razões que levou João XXIII a pensar no Concílio Vaticano II, como ele mesmo explicou no dia de sua inauguração, 11 de outubro de 1962: «A Igreja Católica quer ser mãe amorosa de todos, benigna, paciente, cheia de misericórdia e bondade com os filhos que dela se separaram».

Quando eu era criança – antes do Concílio – a “linha dura” prevalecia em toda a parte, inclusive nos seminários onde se preparavam os sacerdotes. A metodologia empregada para “educar” e “convencer” não dispensava a palmatória. Formados sob uma disciplina férrea, havia padres que acabavam por adotar o mesmo estilo no trato com o povo que lhes cabia dirigir. Enérgicos e autoritários, mais do que amados, eram temidos e mantidos à distância. Contudo, pela solidez de seus princípios morais e espirituais, a maior parte deles muito contribuiu para o desenvolvimento das comunidades. Mas, não se pode negar, também contribuiu para a “carranca” da Igreja...

O Concílio terminou no dia 8 de dezembro de 1965, quando se iniciava uma profunda revolução cultural na história da humanidade, uma autêntica mudança de época. Em toda a parte, explodiram revoltas populares exigindo democracia, igualdade e justiça. Na Europa, a juventude deu o grito de largada, que se alastrou por inúmeros países. Na África, o processo de descolonização caminhou a passos de gigante. Na América Latina, nasceram as Comunidades Eclesiais de Base e a Teologia da Libertação. Em contato direto com o sofrimento do povo, espoliado pelo poder econômico, não poucos padres e religiosos optaram por ideologias que lhes pareciam mais eficazes do que a “prudência” da Igreja na solução dos problemas sociais. Infelizmente, o radicalismo iracundo de alguns deles também colaborou para a “carranca” da Igreja.

“Tese, antítese e síntese” parece ser o processo normal do amadurecimento cultural e social da humanidade. É o que percebo também na Igreja. Depois de uma época em que alguns agentes de pastoral privilegiavam a salvação da alma, surgiu um período em que a Igreja parecia transformar-se numa “piedosa ONG” – como disse o Papa Francisco aos cardeais no dia 14 de março, logo após a eleição – destinada a resolver os problemas do povo. Graças a Deus, de uns anos para cá voltamos a descobrir a síntese proposta pelo Evangelho: «Se um irmão não tem o que vestir ou comer, e você lhe diz: “Vá em paz, se aqueça e coma bastante”, sem lhe dar o necessário, que adianta isso? Sem obras, a fé está morta!» (Tg 2,15-17).

O articulista de Dourados pede que reservemos a «solenidade para dentro dos templos». De minha parte, penso que também ali convenha sermos simples e fraternos. Um exemplo concreto: anos atrás, quando uma criança traquinava na igreja, havia padres que bradavam: «Essa criança não tem mãe?». Há poucos dias, durante a missa, um pequerrucho galgou o presbitério, aproximou-se do altar e puxou a túnica do padre. Este o abraçou e lhe perguntou: «O que você quer ser quando grande?». «Padre!», foi a resposta do menino. Se Deus continua falando pela boca das crianças (Mt 21,16), a Igreja do Papa Francisco já começou...

Dom Redovino Rizzardo, cs
Bispo de Dourados (MS)

quarta-feira, 13 de março de 2013

Conheça a biografia do novo Papa

Cardeal Jorge Mario Bergoglio, SJ, arcebispo de Buenos Aires, Argentina, nasceu em 17 de dezembro de 1936, em Buenos Aires. Ele foi ordenado pelos jesuítas, em 13 de dezembro de 1969, durante os estudos teológicos na Faculdade de Teologia de San Miguel.
Ele era noviço-mestre em São Miguel, onde também ensinou teologia. Foi Provincial da Argentina (1973-1979) e reitor da Faculdade de Filosofia e Teologia de San Miguel (1980-1986). Depois de completar sua tese de doutorado na Alemanha, serviu como confessor e diretor espiritual em Córdoba.
Em 20 de maio de 1992, Bergoglio foi nomeado bispo titular de Auca e Auxiliar de Buenos Aires; recebeu a consagração episcopal em 27 de junho do mesmo ano.
Em 3 de junho de 1997, foi nomeado Arcebispo Coadjutor de Buenos Aires e sucedeu o Cardeal Antonio Quarracino, em 28 de fevereiro de 1998. Foi Relator-Geral Adjunto da Assembleia Ordinária da 10º Sínodo Geral dos Bispos, em outubro de 2001.
Bergoglio atuou como presidente da Conferência Episcopal da Argentina a partir de 8 de novembro de 2005 até 8 de novembro de 2011.
Criado e proclamado cardeal pelo beato João Paulo II, no Consistório de 21 de fevereiro de 2001, com o título de S. Roberto Bellarmino (Santo Roberto Belarmino).
Membro de:
- Congregações para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, para o Clero, para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica;
- Conselho Pontifício para a Família;
- Pontifícia Comissão para a América Latina;

Habemus Papam

Cardeal Jorge Mario Bergoglio é argentino e escolheu o nome Francisco I. É o primeiro Papa latino-americano.

O nome do novo Papa da Igreja Católica foi anunciado às 20h12, (horário de Roma, 16h12 horário de Brasília), desta quarta-feira, 13 de março. O anúncio foi feito da sacada central da Basílica de São Pedro pelo primeiro cardeal da ordem dos diáconos: Cardeal Protodiácono Jean-Louis Tauran.
Cardeal Jorge Mario Bergoglio é jesuita e tem 76 anos.