
"O resgate das famílias pela missão e testemunho de vida" Luiz Nascimento
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Obras do Padre Caetano...

sábado, 9 de janeiro de 2010
Nosso Noviço cresceu
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Celebração da Esperança - Ir. Padre Caetano
HOJE DIA 07 JANEIRO DE 2010 (quinta-feira – dia dedicado a instituição eucarística)
LOCAL: IGREJA CRISTO REDENTOR – RUA Nsª DAS GRAÇAS, 1430, CRISTO REDENTORA PARTIR: 19H
ORAGANIZAÇÃO LITURGICA: INSTITUTO RELIGIOSO NOVA JERUSALÉM E PARÓQUIA CRISTO REDENTOR
Por que celebrar missas de sétimo dia, um ano de falecimento?
Nunca é demais insistir na importância de se orar pelos mortos.
Essa oração é um gesto de fé, um gesto de amor e um gesto de esperança. Fé na vida que começa com a morte, fé na comunhão dos santos, na ressurreição da carne e na vida eterna. Sem essa fé, a oração pelos mortos não teria sentido, não é mesmo? Se para nós morreu, morreu. Se para nós morreu, acabou tudo. Se para nós nada podemos fazer pelos que morreram, por que orar por eles? Mas não é mesmo?
E por que missa de terceiro dia, como era comum no passado, e missa de sétimo dia, mês e ano como acontecem hoje? Os estudiosos entendem que determinados tempos se tornam mais propícios para se orar e se alcançar o favor de Deus. Então, há quem afirme que o terceiro dia após a morte lembra que Jesus ressuscitou ao terceiro dia. O sétimo dia estaria ligado ao fato de Deus ter feito o mundo em seis dias e no sétimo ter descansado.
E a missa no trigésimo dia seria uma referência ao mês de luto que Israel guardou pela morte de Moisés. Já a missa de um ano de falecimento seria uma forma de testemunharmos que, assim como o aniversário natalício é comemorado de ano em ano, o dia da morte também pode ser comemorado porque significa o dia em que a pessoa morreu para este mundo e entrou na plenitude da vida junto de Deus.
Fonte: (Padre Cido Pereira – Semanário O São Paulo – no. 2667)
